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QUEBRANDO MALDIÇÃO E FAZENDO MILAGRES

Ap. Nelson em 08.03.2018 às 17h30

Escrito por Ap. Nelson   
08/03 | 19h30 | Ap. Nelson | Texto base: Mc 6,12:55

QUEBRANDO MALDIÇÃO E FAZENDO MILAGRES

Embasamento bíblico: O Santo Evangelho segundo Marcos (Marcos, capítulo 6, do versículo 12 ao 55) versão ACF

12. E, saindo eles, pregavam que se arrependessem.

13. E expulsavam muitos demônios, e ungiam muitos enfermos com óleo, e os curavam.

14. E ouviu isto o rei Herodes (porque o nome de Jesus se tornara notório), e disse: João, o que batizava, ressuscitou dentre os mortos, e por isso estas maravilhas operam nele.

15. Outros diziam: É Elias. E diziam outros: É um profeta, ou como um dos profetas.

16. Herodes, porém, ouvindo isto, disse: Este é João, que mandei degolar; ressuscitou dentre os mortos.

17. Porquanto o mesmo Herodes mandara prender a João, e encerrá-lo maniatado no cárcere, por causa de Herodias, mulher de Filipe, seu irmão, porquanto tinha casado com ela.

18. Pois João dizia a Herodes: Não te é lícito possuir a mulher de teu irmão.

19. E Herodias o espiava, e queria matá-lo, mas não podia.

20. Porque Herodes temia a João, sabendo que era homem justo e santo; e guardava-o com segurança, e fazia muitas coisas, atendendo-o, e de boa mente o ouvia.

21. E, chegando uma ocasião favorável em que Herodes, no dia dos seus anos, dava uma ceia aos grandes, e tribunos, e príncipes da Galiléia,

22. Entrou a filha da mesma Herodias, e dançou, e agradou a Herodes e aos que estavam com ele à mesa. Disse então o rei à menina: Pede-me o que quiseres, e eu to darei.

23. E jurou-lhe, dizendo: Tudo o que me pedires te darei, até metade do meu reino.

24. E, saindo ela, perguntou a sua mãe: Que pedirei? E ela disse: A cabeça de João o Batista.

25. E, entrando logo, apressadamente, pediu ao rei, dizendo: Quero que imediatamente me dês num prato a cabeça de João o Batista.

26. E o rei entristeceu-se muito; todavia, por causa do juramento e dos que estavam com ele à mesa, não lha quis negar.

27. E, enviando logo o rei o executor, mandou que lhe trouxessem ali a cabeça de João. E ele foi, e degolou-o na prisão;

28. E trouxe a cabeça num prato, e deu-a à menina, e a menina a deu a sua mãe.

29. E os seus discípulos, tendo ouvido isto, foram, tomaram o seu corpo, e o puseram num sepulcro.

30. E os apóstolos ajuntaram-se a Jesus, e contaram-lhe tudo, tanto o que tinham feito como o que tinham ensinado.

31. E ele disse-lhes: Vinde vós, aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco. Porque havia muitos que iam e vinham, e não tinham tempo para comer.

32. E foram sós num barco para um lugar deserto.

33. E a multidão viu-os partir, e muitos o conheceram; e correram para lá, a pé, de todas as cidades, e ali chegaram primeiro do que eles, e aproximavam-se dele.

34. E Jesus, saindo, viu uma grande multidão, e teve compaixão deles, porque eram como ovelhas que não têm pastor; e começou a ensinar-lhes muitas coisas.

35. E, como o dia fosse já muito adiantado, os seus discípulos se aproximaram dele, e lhe disseram: O lugar é deserto, e o dia está já muito adiantado.

36. Despede-os, para que vão aos lugares e aldeias circunvizinhas, e comprem pão para si; porque não têm que comer.

37. Ele, porém, respondendo, lhes disse: Dai-lhes vós de comer. E eles disseram-lhe: Iremos nós, e compraremos duzentos dinheiros de pão para lhes darmos de comer?

38. E ele disse-lhes: Quantos pães tendes? Ide ver. E, sabendo-o eles, disseram: Cinco pães e dois peixes.

39. E ordenou-lhes que fizessem assentar a todos, em ranchos, sobre a erva verde.

40. E assentaram-se repartidos de cem em cem, e de cinqüenta em cinqüenta.

41. E, tomando ele os cinco pães e os dois peixes, levantou os olhos ao céu, abençoou e partiu os pães, e deu-os aos seus discípulos para que os pusessem diante deles. E repartiu os dois peixes por todos.

42. E todos comeram, e ficaram fartos;

43. E levantaram doze alcofas cheias de pedaços de pão e de peixe.

44. E os que comeram os pães eram quase cinco mil homens.

45. E logo obrigou os seus discípulos a subir para o barco, e passar adiante, para o outro lado, a Betsaida, enquanto ele despedia a multidão.

46. E, tendo-os despedido, foi ao monte a orar.

47. E, sobrevindo a tarde, estava o barco no meio do mar e ele, sozinho, em terra.

48. E vendo que se fatigavam a remar, porque o vento lhes era contrário, perto da quarta vigília da noite aproximou-se deles, andando sobre o mar, e queria passar-lhes adiante.

49. Mas, quando eles o viram andar sobre o mar, cuidaram que era um fantasma, e deram grandes gritos.

50. Porque todos o viam, e perturbaram-se; mas logo falou com eles, e disse-lhes: Tende bom ânimo; sou eu, não temais.

51. E subiu para o barco, para estar com eles, e o vento se aquietou; e entre si ficaram muito assombrados e maravilhados;

52. Pois não tinham compreendido o milagre dos pães; antes o seu coração estava endurecido.

53. E, quando já estavam no outro lado, dirigiram-se à terra de Genesaré, e ali atracaram.

54. E, saindo eles do barco, logo o conheceram;

55. E, correndo toda a terra em redor, começaram a trazer em leitos, aonde quer que sabiam que ele estava, os que se achavam enfermos.


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